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sábado, 3 de novembro de 2018

A ESCOLA COMO LUGAR RESERVADO À CONTEMPLAÇÃO


“Nossa palavra Escola - Sjolé em grego, schola em latim - não significa outra coisa senão ócio, e este, como vimos, não tem a ver com as pausas laborais, com as folgas ou as horas livres entre uma tarefa e outra. É a atitude da alma pela qual a alma vê, eleva-se e reencontra-se com a Ordem Criada. A atitude superior e personalíssima que para além dos afazeres diários nos revela a harmonia da existência, às vezes silenciosa, mas sempre presente onipotência de Deus.
Com efeito, a Escola possui, por natureza, um significado cultual, religioso e até sacro. É por eminencia o lugar reservado à contemplação, ao cuidado da vida interior e à elevação da inteligência. O lugar onde se cultiva e preserva o divino que habita em cada criatura, a imagem e semelhança do Criador. Na Escola é onde o homem se religa com Deus buscando a Sabedoria, e encontra no Mestre o exemplo de um lento e repousado exercício das potencias da alma”.
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Antonio Caponnetto. Pedagogía y Educación: la crisis de la contemplación en la Escuela Moderna, Colección Ensayos Doctrinarios, Buenos Aires: Cruz y Fierro Editores, 1981, pp. 16-17.


sábado, 17 de março de 2018

PEDAGOGIA DA VIRTUDE


Frente à Pedagogia da mediocridade e do ecletismo, frente à proposta de um self-made man sem outro compromisso senão com a ausência de compromisso, frente à moral autônoma, frente aos pensamentos moveis e à anormalidade homologada como normal, frente a todas as formas de imanentismo, reducionismo e massificação, frente à destruição da vida contemplativa com as maquinas de ensinar e os programas de controle remoto, frente – em suma – à Pedagogia Moderna, é necessário, urgente, impostergável, reconquistar a Pedagogia dos Arquétipos.
Tudo já foi provado; resta provar a Verdade.
Um ensino fundamentado no senhorio sobre si mesmo – que não é outra coisa que a verdadeira liberdade -, na renúncia e na obediência, na concepção da vida como um ato de serviço; um ensino baseado nos mais elevados valores especulativos e nas mais licitas preocupações concretas.
Pedagogia do homem essencial, portador de um destino transcendente; Pedagogia da virtude e do Patriotismo; da Ordem Natural e do realismo; Pedagogia da Cruz e não da foice e do martelo...
A resposta adequada deve partir de uma atitude metafísica. Não basta resolver problemas conjunturais por importantes que pareçam. Mas, ademais -  e isto é decisivo -, esse movimento da alma para o Exemplar que suscitam os Arquétipos, não só incide no próprio aperfeiçoamento pessoal e social mas tem seu desenlace obrigatório, sua coroação, diríamos, no conhecimento e imitação do Arquétipo por antonomásia, a Causa Exemplar, Modelo e Modelador, guia e matriz de tudo o que existe: Deus.
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Antonio CAPONNETTO. Pedagogía y educación: la crisis de la contemplación en la Escuela Moderna. Colección Ensayos Doctrinarios. Buenos Aires: Cruz y Fierro Editores, 1981, pp. 256-257.


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

PEDAGOGIA DOS ARQUÉTIPOS

“Cumpre à Escola e ao Magistério aproximar-se da interioridade do homem e da cultura com o fim de recuperar a serenidade, o equilíbrio, a proporção em tudo. Para tanto é preciso o reencontro com os verdadeiros modelos, os arquétipos perenes que promovem a grandeza e a adesão aos valores superiores. Reabilitação da vida contemplativa e prática da Pedagogia dos Arquétipos, em síntese esta é a nossa proposta”.

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Antonio CAPONNETTO. Pedagogía y Educación: la crisis de la contemplación en la Escuela Moderna, Colección Ensayos Doctrinarios, Buenos Aires: Cruz y Fierro Editores, 1981, pp. 11.